No dia em que o céu se ria, em que o silêncio me atormentava E nem vestígios de tempo havia. Tudo se condensava naquele momento.
O vento escondera-se com medo O sol tentava fugir E o mar vingava-se nos meus pés, Sentada no vazio dos meus pensamentos Marioneta do medo e da fragilidade.
Um pensamento revoltado A verdade no centro da Terra. Tudo parecia morar para lá doo horizonte, Onde o meu grito voava com eco.
isolada da sociedade Que nem se reonhece Onde as regras reinam E todos parecem brindá-las Querem acreditar que o mundo é uma floresta encantada Sabendo que é um buraco negro.